Há algum tempo, no clube da “luluzinha”, uma das meninas comentou que na falta de conhaque para a realização de uma receita de trufas ela pensou em utilizar vodka, achando que o efeito seria similar, porém, o efeito foi completamente contrário, o chocolate petrificou! Endureceu e a receita foi pro espaço! Pois bem, dessa história o que gera uma reflexão é a petrificação! O que está petrificado em sua vida? Qual foi a situação em que você utilizou vodka ao invés de conhaque e acabou mandando tudo pro espaço? Às vezes por querer, às vezes sem querer... A questão é que em muitos momentos em nossa vida, substituímos coisas imprescindíveis e acabamos por perder tudo. Pensamos que não fará diferença, que o resultado será o mesmo e quando nos damos conta, a coisa desandou! Muitas vezes paramos de fazer as coisas da maneira que sempre fizemos e acabamos por fugir completamente do objetivo principal! São palavras, gestos, atitudes ou a falta destes itens que estragam as receitas das nossas vidas e dão fim a coisas importantes! Deixamos de ser quem somos, deixamos de ser o conhaque, substituímo-nos por alguém completamente diferente, muitas vezes para agradar aos outros e, quando isso acontece, geralmente, não conseguimos recuperar a receita perdida! Nestes casos o que nos resta é começar uma nova receita, com os ingredientes corretos, com o passo a passo da maneira que tem que ser, não adianta chorar sobre o leite derramado e nem sobre o chocolate petrificado! O negócio é aprender com a situação! Outro dia, assisti a uma apresentação que falava sobre os fardos que carregamos, coisas que já passaram há muito tempo, mas que continuamos carregando conosco, como mártires, como se a nossa vida dependesse daquele sofrimento, como se aquilo que nos aconteceu fosse à resposta pra todos os nossos infortúnios... E com isso, perdemos um grande tempo e um grande espaço na nossa vida e na nossa história, perdemos chances, oportunidades, de sorrir ao invés de chorar, de agradecer ao invés de lamentar, de ir à luta ao invés de esperar, de ser feliz ao invés de insistir nesta tristeza que, honestamente, já passou! Se algo de ruim lhe aconteceu, se petrificaram seu coração, se tudo parece ter caminhado pra um rumo diferente do esperado, pense que não foi por acaso, talvez você é quem caminhava de forma incorreta pelo seu caminho, aceite a sua história, mas abandone estes fardos, deixe pra trás com eles todos os seus grilos e suas neuras, seus preconceitos, suas lágrimas, seu sofrimento, assuma a sua vida e se prepare pra ser feliz! Aceite o seu caminho e passe a olhar mais para as estrelas do que para o dedo de quem às aponta, repare nas flores e não nos espinhos... E principalmente, não se substitua por qualquer personagem, não deixe de ser o conhaque da sua receita... Saisir le jour!
"Limpando a Janela" é a única maneira de ver as coisas com clareza. Comece pela sua.
domingo, 15 de maio de 2011
Como vodka no chocolate!
Há algum tempo, no clube da “luluzinha”, uma das meninas comentou que na falta de conhaque para a realização de uma receita de trufas ela pensou em utilizar vodka, achando que o efeito seria similar, porém, o efeito foi completamente contrário, o chocolate petrificou! Endureceu e a receita foi pro espaço! Pois bem, dessa história o que gera uma reflexão é a petrificação! O que está petrificado em sua vida? Qual foi a situação em que você utilizou vodka ao invés de conhaque e acabou mandando tudo pro espaço? Às vezes por querer, às vezes sem querer... A questão é que em muitos momentos em nossa vida, substituímos coisas imprescindíveis e acabamos por perder tudo. Pensamos que não fará diferença, que o resultado será o mesmo e quando nos damos conta, a coisa desandou! Muitas vezes paramos de fazer as coisas da maneira que sempre fizemos e acabamos por fugir completamente do objetivo principal! São palavras, gestos, atitudes ou a falta destes itens que estragam as receitas das nossas vidas e dão fim a coisas importantes! Deixamos de ser quem somos, deixamos de ser o conhaque, substituímo-nos por alguém completamente diferente, muitas vezes para agradar aos outros e, quando isso acontece, geralmente, não conseguimos recuperar a receita perdida! Nestes casos o que nos resta é começar uma nova receita, com os ingredientes corretos, com o passo a passo da maneira que tem que ser, não adianta chorar sobre o leite derramado e nem sobre o chocolate petrificado! O negócio é aprender com a situação! Outro dia, assisti a uma apresentação que falava sobre os fardos que carregamos, coisas que já passaram há muito tempo, mas que continuamos carregando conosco, como mártires, como se a nossa vida dependesse daquele sofrimento, como se aquilo que nos aconteceu fosse à resposta pra todos os nossos infortúnios... E com isso, perdemos um grande tempo e um grande espaço na nossa vida e na nossa história, perdemos chances, oportunidades, de sorrir ao invés de chorar, de agradecer ao invés de lamentar, de ir à luta ao invés de esperar, de ser feliz ao invés de insistir nesta tristeza que, honestamente, já passou! Se algo de ruim lhe aconteceu, se petrificaram seu coração, se tudo parece ter caminhado pra um rumo diferente do esperado, pense que não foi por acaso, talvez você é quem caminhava de forma incorreta pelo seu caminho, aceite a sua história, mas abandone estes fardos, deixe pra trás com eles todos os seus grilos e suas neuras, seus preconceitos, suas lágrimas, seu sofrimento, assuma a sua vida e se prepare pra ser feliz! Aceite o seu caminho e passe a olhar mais para as estrelas do que para o dedo de quem às aponta, repare nas flores e não nos espinhos... E principalmente, não se substitua por qualquer personagem, não deixe de ser o conhaque da sua receita... Saisir le jour!
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Pequenos Prazeres...
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Ausência...
O que exatamente quer dizer uma longa ausência? Creio que esta questão não é mensurável, em certas situações, um ou dois dias já são de certa forma uma longa ausência, em outras, no entanto, meses não geram as mesmas sensações. O que é ausência? Drummond em um dos meus poemas favoritos diz: “Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. [...] e essa ausência assimilada ninguém a rouba mais de mim...” Concordo! Não há falta na ausência... Vejo que há tantas pessoas que se “ausentam” fisicamente, mas permanecem ligadas, alimentando sentimentos, fortificando relações, mantendo contato... Outras, mesmo estando presentes, estão longe, mais ausentes que àqueles que estão distantes, o maior erro em minha opinião é nos ausentarmos com as pessoas que foram fazendo parte de nossas vidas, nossos amigos, nossos ex-vizinhos, nossos amores... Por que nos ausentamos completamente da vida destas pessoas? Parece que todo tempo que estivemos juntos não foi o suficiente para mantermos uma relação duradoura... Parece que este tempo evaporou... Sei que seguimos caminhos diferentes e que cada um de nós tomou um novo rumo em algum momento, mas, você não sente falta dos seus velhos “melhores amigos”? Assimilar a ausência é um processo lento, assim como Drummond, eu penso que é natural sentir falta na ausência, porém, assim que a assimilamos percebemos que na verdade a ausência é mais uma possibilidade, é um espaço deixado para ser preenchido por novas experiências e sensações, e podemos, inclusive, preencher esta ausência com algo muito valioso, que somos nós mesmos! Quantas vezes você se ausentou de você mesmo? Não ouviu seu corpo, não respeitou seus sentimentos, não obedeceu aos seus desejos? Não se dedicou a você mesmo? Há quanto tempo você aguarda para que algo ou alguém preencha esta ausência em você? Sendo que a única pessoa capaz de te completar é você mesmo? Não importa qual seja a situação... Nada nos completa. Somos ou ao menos deveríamos ser completos, todo o resto nos "complementa..." Acrescenta, contribui, agrega valor ao que somos, e, se por acaso, algo ou alguém se vai, não nos esvazia, não nos deixa menos completos, simplesmente vai, assim como tantas coisas foram e outras vieram... E entre estas idas e vindas podemos sim, ter outras sensações, mas nunca nos sentiremos vazios... Nem sentiremos falta na ausência, é sempre um novo processo de adaptação, porém, sempre estaremos completos nos adaptando a novas situações, novos empregos, novos amigos, novos amores... A doce ausência também é um estado de espírito!
terça-feira, 3 de maio de 2011
E quem se importa com o que os outros vão pensar?
Por trás das palavras, por trás das ideias, da intenção, por trás do sorriso... Tudo o que vemos, vemos ao nosso modo, da maneira que nos convém! Mas o que existe por trás disso tudo? Nas músicas, nos filmes, nas conversas com os amigos, nos encontros e nos desencontros desta vida... É a vida passível de interpretação! A vida não passa de um espelho que reflete o que nós somos... Tudo o que vemos, o que pensamos, o que queremos, do que gostamos ou não... Em tudo que depositamos nossa atenção, ali está um pouco de nós.
Melhor do que nos imaginarmos em certas situações é nos identificarmos com elas... Com as pessoas, com as histórias, com a letra daquela música que foi "feita pra nós", quando conhecemos alguém e vemos que temos tanto em comum, e, quando conhecemos alguém e vemos a imensa capacidade que temos de nos apaixonar por coisas muito diferentes de nós, é a vida cíclica, que não pára um segundo e vai nos permitindo ter muitas experiências distintas. Experiências que dependem da nossa decisão para acontecer e para se desenrolar, experiências que irão mostrar se aprendemos ou não, se crescemos ou não, se nos tornamos ou não, melhores. A intenção é por vezes cruel, é mutante, parece algo que não é... Às vezes está tão certa pra gente e logo depois evapora, entra em ebulição e perdemos completamente o norte em relação às intenções... Assim vamos distinguindo as pessoas, assim vamos reconhecendo a nós mesmos, nos moldando, evoluindo, observando que nem tudo é perfeito e que é justamente esta imperfeição que nos dá a chance de diferenciar uma coisa de outra, nos enganamos, muitas e muitas vezes, rimos, gargalhamos frente às nossas expectativas, achamos, e este “achismo” vai se tornando natural, até que em certo ponto temos certeza, certeza é aquela sensação inconfundível, enquanto não a sentimos é por que somente achamos... Confuso! Mas o que não é? Viver é a mais bela e divertida das confusões, saímos e entramos em furadas sem tamanho, caímos e levantamos, e é assim o tempo todo... Que bom! Que bom que cada um de nós tem o direito de enxergar a vida com seus próprios olhos, que bom que somos livres para criar a nossa história e seguir adiante da maneira que acharmos mais conveniente, que bom que não estamos fadados, por exemplo, a enxergar esta dádiva, este milagre que é a vida, com os olhos dos pessimistas, que bom que em cada um de nós reside uma oportunidade, de ser melhor, de querer mais, de viver! E é por tudo isso que eu tenho certeza de que não importa nem um pouco o que os outros pensam sobre nós, o que importa é o que nós pensamos sobre nós mesmos, o que importa é o valor que damos a nossa passagem por aqui, o que importa é viver e sugar ao máximo o que a vida tem de melhor pra nos oferecer, por que cada um é responsável pela sua trajetória, pelo seu futuro e principalmente, pelo seu presente! Por que amanhã, todos estes que perdem tempo analisando a vida alheia terão um dia a menos pra cuidar da sua própria vida! Não me interessa o que os outros pensam sobre o que eu faço! Se me fizer feliz e não fizer mal a ninguém, que mal tem? Einstein já dizia que “há duas formas de encarar a vida: uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.” Eu concordo com a segunda! E você?
sexta-feira, 25 de março de 2011
Um ano. Muito ou pouco?
domingo, 13 de março de 2011
Mude!
Há pessoas e pessoas! Pessoas que nascem, crescem e morrem no mesmo lugar, pessoas que já nascem sabendo sua vocação, o que querem ser quando crescer, pessoas que, logo cedo já decidem suas profissões e seguem naquele ramo até se aposentar, existem aqueles que dão o primeiro e o último beijo na mesma pessoa! Tem aqueles que permanecem com a mesma aparência, o mesmo corte de cabelo e que até usam o mesmo perfume por toda a vida! Pessoas metódicas... E, existem pessoas como eu. Que mudam de ideias, de planos, de endereço, de amores, de aromas, de cores, de tudo. Um dos verbos mais presentes na conjugação da minha vida, mudar, é de fato um divisor da espécie humana, há os que mudam e os que não mudam. Como não faço parte do primeiro grupo, estou aqui é pra falar do time das metamorfoses, com seus prós e contras, mudar é reinventar a cada mudança suas possibilidades, suas alternativas, sua sorte! Mudar é renovar sua energia, sua força, sua paixão... Mudar é não ter certeza de nada além de que, naquele momento, da mudança, você respeitou os seus desejos, as suas vontades, você teve coragem o suficiente para fugir dos padrões e ser o que você queria ser naquele momento! Mudar e mudar e mudar... Eis um dos segredos pra se alcançar o que se almeja, a realização pessoal, a felicidade incondicional: aceitar as mudanças, sim, aceitar! Tudo ao nosso redor muda o tempo todo, e não podemos nem devemos ser escravos das situações que julgamos ser eternas, a eternidade é um conto de fadas... Viver com base nos nossos julgamentos (errados na maioria das vezes) é um crime, a vida requer disposição, requer responsabilidade, requer dedicação! Seja, viva, mude, quantas vezes for necessário e saiba que jamais você irá se perguntar "e se...". Não há ensaios, tudo é sempre o grande espetáculo! A cada milímetro de ar que você respira, você segue sendo o protagonista da sua história no mundo, com a única diferença de que na vida, ao oposto da arte, você não segue roteiros, não tem diretores... Você segue seu instinto! Você e ninguém mais além de você é responsável pela sua trajetória, portanto não permita que a opinião e o julgamento alheio lhe impeçam de ser feliz! Por que o responsável por isso, também será você!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Um Baú...
Quanta coisa é possível se guardar em um baú. Lembranças, sonhos, desejos, objetos, memórias, livros, fotografias, receitas, coisas materiais ou não... Hoje, após quase um ano, remexi num destes baús da vida e, surpresa! Encontrei várias coisas, coisas que queria, coisas que detestei, coisas que me fizeram feliz e triste ao mesmo tempo, coisas que me mostraram um lado bom e ruim de mim mesma. Recordações... Aliás, diariamente me remeto a recordações. Seja por intermédio de pessoas, de objetos, de sabores, de aromas... Quantos baús interiores nós temos? Em que guardamos tantas coisas inúteis, sem sentido, sem objetivo. Acumular por dias, meses e até anos várias coisas que num determinado momento não fazem a menor diferença... Hoje, remexendo em um baú, me encontrei... Ou melhor, me reencontrei... Reencontrei uma mulher apaixonada, entregue, lúdica e sonhadora, quase não acreditei nos recortes de receitas e decorações que eu guardava como inspiração, e nem nos cartões que eu mesma confeccionava em ocasiões especiais, nas velinhas multicoloridas que eu usava no jantar, nos cadernos decorados com planejamentos educacionais, no livro de feng shui, no filme "O jardineiro fiel" (um dos meus preferidos) e até no dvd do The Corrs... E as decorações de natal? Que eu não fiz a menor questão de procurar no mês de dezembro que passou... Pastas, documentos, certificados... Certificados de todos os tipos, profissionais, emocionais e até certificados de burrice... Sim caros amigos... Como somos burros às vezes, uma burrice necessária que nos leva ao crescimento, ao desenvolvimento pessoal. Reencontrei-me nos trabalhos manuais, porque uma mulher moderna pode sim bordar uma linda toalha em ponto cruz, e era ali, em cada um daqueles pontinhos que eu estava naquele momento, nos moldes, nas fitas, de cetim, de juta, de papel, devidamente guardadas, nos convites... Foram tantos casamentos, formaturas, aniversários e cada um destes papéis estava guardado, o álbum de casamento dos meus pais que após a separação deles ficou comigo e agora que eles estão juntos novamente volta a fazer sentido. O que mais tinha neste baú era energia, era aquela carga emocional ali presente, pairando naquele espaço que por incrível que pareça não era tão grande assim! Talvez eu tenha demorado tanto pra estar frente a frente comigo mesma por covardia, por medo, por precaução... Acredito que pra tudo há um momento e o momento de esvaziar o baú e deixá-lo livre pra novas sensações foi hoje! Foi bom! Me deu energia pra fazer coisas que estavam adormecidas, mas que vieram à tona novamente.
Por mais que o meu baú fosse físico e tenha sido esvaziado de forma lenta e saudosa é realmente necessário que de vez em quando façamos uma faxina em nossos baús interiores, para que estes possam ser preenchidos e esvaziados, sucessivamente... São estes momentos de encontros e reencontros conosco que nos centralizam, nos equilibram e fazem as coisas terem sentido... Aliás, a vida é um quebra cabeça, que aos poucos vai sendo montada, para daí, fazer sentido! C’est la vie...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Triagem.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Ser ou estar!
Ser ou estar são apenas palavras com que afirmamos a existência, uma ação, um estado ou uma qualidade que atribuímos a uma pessoa, a uma coisa ou a um animal, verbos! Atribuir, porém, verbos aos sentimentos, ao estado de espírito, às convicções é possível? Imagino o quanto realmente é triste ser só! Estar só é bom, de vez em quando, em alguns lugares... Agora, ser só é no mínimo catastrófico! Não me refiro à solidão do amor... Que está longe de participar da minha reflexão, me refiro à solidão de energia, à solidão de vida, de gargalhadas, à solidão de música, à solidão de companhia para olhar vitrines, pra fazer fofocas, pra comer sorvete, pra comentar sobre os lugares legais, sobre as coisas bacanas que você está fazendo, sobre seus planos, sonhos, projetos, à solidão de compartilhar! De ter (e aí temos outro verbo), pessoas para compartilhar os momentos únicos da nossa existência... Estar só, entretanto, faz bem, vez ou outra, para a cabeça, alma, coração, estar só engrandece... Faz com que você reflita, se conheça, aproveite a si mesmo (a), estar só é realmente um teste de compatibilidade consigo mesmo... É a descoberta de si, de seus verdadeiros pensamentos, de seus verdadeiros desejos, de seus verdadeiros medos... Estar só é perceber ou não, o tamanho do seu potencial criativo, imaginativo, degustativo, olfativo, auditivo, curioso, etc... Estar só, por um tempo, em um lugar desconhecido, com absolutamente ninguém que você conheça, entra na minha relação de experiências que devem ser vividas antes de encontrar um grande amor, por exemplo, ponto. (Ponto porque o amor não entra nesta reflexão). Mas é quase que impossível, na minha concepção, viver uma relação com alguém se você não sabe se relacionar consigo mesmo. A vida é exigente. O auto-conhecimento que para mim não precisa de auto-ajuda e sim de auto-descobrimento é fundamental para a felicidade, por que daí você não corre o risco de cair naquela esmagadora estatística de gente que se sente só e infeliz, mesmo estando rodeadas de pessoas! A partir do momento em que se descobre o quão completos nós somos, mesmo estando sozinhos, descobrimos que estamos muito bem acompanhados!
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